sábado, 12 de novembro de 2011

wicca

wicca


WiccaA cultura celta foi uma das mais importantes culturas que predominaram na Europa milhares de anos antes da ascensão e conquista de Roma. Os celtas surgiram na Europa Central em meados do II milênio a.C. e provavelmente se originaram dos povos indo-europeus do continente Asiático, na época do Bronze Tardio e espalharam-se por todo continente europeu a partir da Idade do Ferro. 
Os primeiros relatos da existência dos Celtas na Inglaterra e Península Ibérica datam de 1000a. C. Começaram a ocupar as margens do rio Danúbio e Sul da Alemanha a partir de 600 a. C. O avanço das artes e da cultura céltica aconteceu na Suíça às margens do rio Neuchâtel e em La Téne. A partir daí entre os séculos III e V a. C espalharam-se por toda Europa chegando à Turquia e Ásia Menor. Pesquisadores afirmam que os Celtas permaneceram na Irlanda até a época de Cronwell, mais ou menos no século XVII. 
Apesar de terem se espalhado por longas distâncias e países diferentes, a cultura celta jamais se fragmentou, pois haviam forças maiores que os unia: a língua, a arte e a religião. 
A Religião dos celtas era o Druidismo, uma das religiões mais antigas do mundo. Na organização da sociedade celta, os Druidas exerciam um papel fundamental e de maior importância, já que eram os ministros da religiosidade, guardiões das tradições, cultura e da teologia. O Druidismo eram uma religião politeísta e seus ritos sempre eram realizados ao ar livre, pois os deuses jamais poderiam ser reverenciados em templos feitos pelas mãos humanas e assim a natureza era reverenciada como a Única forma de atingir a essência das divindades. 
A raiz filosófica-espiritual dos Celtas era baseada na reverência à duas Grande Divindades: a Grande Deusa Mãe e o Deus Cornífero, chamados de Ceridwen e Cernunos. 
Essas duas Grande Divindades garantiam a prosperidade da descendência, da agricultura, do gado e o sucesso na guerra. O calendário céltico tinha uma estreita relação com a agricultura e os ciclos sazonais da natureza. O Druidismo ou a religião céltica pode ser exprimida como o culto à Grande Deusa Mãe, a própria natureza, em todas as suas manifestações. 
Os Druidas ensinavam sobre a arte da agricultura, da cura com ervas, da caça entre outras coisas. Realizavam as festas ritualísticas em homenagem as Divindades, além de iniciarem as pessoas nos preceitos da arte da Magia. 
A iniciação nos mistérios druídicos durava em média 20 anos e os ensinamentos eram transmitidos oralmente, pois temiam que a palavra escrita pudesse se tornar veículo de Magia incontrolável. Eram versados na adivinhação, onde utilizavam bastões oculares chamados de coelbren para predizer o futuro. 
A classe sacerdotal era dividida entre homens e mulheres, mais a sociedade era extremamente matriarcal. Originariamente o sacerdócio era totalmente feminino. As Druidesas eram divididas em 3 classes: a primeira vivia enclausurada para alimentar o constante fogo da deusa Brigit. As outras 2 classes se casavam e eram as principais participantes nos rituais sagrados. 
A raiz filosófica-espiritual dos celtas era baseada na reverência à GRANDE DEUSA MÃE e ao DEUS CORNÍFERO. Os pagãos diziam que o Universo foi criado à partir do corpo e da mente da Grande Deusa. Ela é o princípio que simboliza a fecundação e a criação, Mãe de todos os Deuses. Seu filho e consorte, o Deus Cornífero, representa a fertilização. 
No final da Idade de Bronze, que data de 5000 a.C. à 2000 a.C., encontramos muitos indícios de culto à Deusa Mãe. Pesquisas arqueológicas trouxeram à tona diversas obras de arte, da mais antigas, que são representações humanas do arquétipo da mãe. Estas descobertas se estendem por toda Europa, África, Escandinávia e diversas outras localidades. 
Estatuetas femininas esculpidas em osso, marfim, barro, argila e pedra representando mulheres nuas com longos cabelos, grandes ventres e seios, sempre foram encontradas nas proximidades de lugares sagrados e em sepulturas, significando algo sagrado e de simbologia religiosa. 
Foram encontrados também alguns objetos ritualísticos com desenhos da deusa, que pela data constatada através de testes com carbono 14, datam de 500.000 a.C., o que seriam no paleolítico inferior. 
A adoração a Cernunos, filho e consorte da deusa, também era muito difundida na Europa. Foram encontradas diversas estátuas na Suécia e em Mohenio Daro, no vale Indo, com representações do deus Cornífero com galhos de cervo e cercado por diversos animais. 
Os homens primitivos, nossos ancestrais, sempre consideraram que o poder divino que presidia a criação era feminino e não masculino, como o cristianismo impôs ao mundo. Torna-se evidente que as crenças religiosas centrais da Europa envolvia a adoração da Grande Deusa Mãe (a Terra e a Lua) e ao deus (o sol). 
Com o advento do século XXI e consequentemente da Era de Aquário, todos estes velhos conceitos estão voltando à tona e ressurge em todo mundo com uma força brutal as crenças e todo o poder da Magia dos Antigos Celtas. A bruxaria é a antiga religião dos povos da Europa, que após quase 2000 anos de exclusão e desaparecimento ressurgiu nos idos de 1940 sob o nome de WICCA, como muitos usam hoje quando se referem às crenças e práticas de origem pagãs. 
Talvez o mais antigo relato sobre a prática e a continuidade dos cultos da Bruxaria em nosso século, data de 1921 quando Margaret Murray publicou o livro “The Witch Cult in Western Europe”. Neste livro a famosa e respeitada Dra. Murray revelou que os cultos pagãos pré-cristãos ainda eram conhecidos e realizados em inúmeras partes da Europa. Nesta obra, mencionou que o culta a Cernunos e Ceridwen, os Deuses primordiais dos Celtas, tinha sido incorporado por inúmeros grupos Neo-pagãos atuantes da época. 
Quando Robert Graves publicou em 1948 o livro “The White Goddess”, a Wicca começou a ser reavivada. Mas somente em 1951, quando a última das leis inglesas contra a Bruxaria foi sancionada e Gerald Gardner publicou o famoso livros “Witchcraft Today”, que a Bruxaria explodiu e tornou-se uma religião oficial, constitucional e reconhecida por toda a Inglaterra e de lá imigrou para todo o mundo. 
Desde 1979 o interesse pela Bruxaria cresceu incrivelmente, podemos notar isto através dos vários livros sobre o assunto que foram publicados desta época para cá nos EUA e na Europa. 
A Bruxaria tornou-se muito conhecida e professada entre os europeus e norte americanos, porém, nos últimos dois anos houve um crescente interesse pela Bruxaria no Brasil. 
A Magia Wicca surgiu no neolítico nas regiões européias entre os povos da Irlanda, Inglaterra, País de Gales, percorrendo os povos da Itália e da França. O povo Celta, ao invadir a Europa, trouxe suas crenças nativas, que se mesclaram ao conjunto de crendices da população local, dando assim início às práticas Wiccanianas. Apesar da Wicca ter criado raízes entre o povo Celta, é de suma importancia ressaltar que a Bruxaria é anterior à estes povos. 
A palavra Wicca vem do saxão witch ou do inglês arcaico wicce que significa “girar”, “moldar”ou “doblar”. Alguns estudiosos porém, afirmam que esta palavra vem da raiz germânica wit que quer dizer”saber”. Deduzimos daí que a palavra Wicca significa a “A SABEDORIA DE GIRAR, DOBRAR E MOLDAR AS FORÇAS DA NATUREZA AO NOSSO FAVOR”, um dos objetivos da Bruxaria. 
Assim como na crença Celta, na Wicca existem duas forças primárias que são veneradas nos rituais, sortilégios e petições: A Grande Deusa Mãe e o seu filho e consorte o deus Cornífero, um ser meio homem, meio animal, responsável pelos rebanhos e pelas florestas. 
A deusa é o princípio da feminilidade, da fecundidade e da criação. Seu símbolo é a Lua e na Bruxaria ela é a detentora de 3 personalidades e 3 faces que representam o presente, o passado e o futuro; as 3 fases da Lua que são veneradas – Crescente, Minguante e Cheia; os 3 ciclos da vida – Juventude, maturidade e velhice; as 3 cores sagradas da Bruxaria – branco, vermelho e preto. A deusa é a Grande trindade feminina de Donzela, Mãe, Anciã, tão comum nas mitologias de várias culturas antigas. 
A Wicca é uma filosofia mágica de vida baseada nos ciclos da natureza, incluindo várias formas de Magia Branca e rituais para harmonização pessoal, através das forças da natureza, envolvendo o poder das fases lunares e da 4 estações do ano. Como representação primordial do ressurgimento Pagão numa versão moderna, revive o culto à Grande Deusa e aos Deuses Antigos através de rituais, quase esquecidos, de nossos ancestrais.  
A Wicca tenta trazer novamente ao conhecimento público os rituais antigos. Hoje nada pode ocorrer além disso, pois muitos dos segredos que a envolviam foram perdidos quando a Bruxaria era considerada crime. Hoje também não existe mais uma linhagem de Sacerdotes como antigamente, mais sim pessoas normais que praticam rituais antiquíssimos cuja origem se perde no tempo. 
A Wicca prega a liberdade de ação e expressão, ensinando o homem a compreender sua verdadeira relação com a Terra e com o que a envolve, pois segundo a crença pagão os Deuses se manifestam através de todas as coisas. 
Celebrando os ciclos da natureza, as estações sazonais, as fases da Lua, os poderes do Sol e das estrelas, os Bruxos realizam seus ritos mágicos e adoram as duas grandes forças polares do Cosmos manifestadas como a Deusa Tríplice do Círculo do Renascimento e o Deus Cornífero, o fecundador da Vida. 
Os Bruxos e Bruxas da Magia Wicca acreditam que essa deusa e esse deus estão presentes dentre e fora de nós mesmos, por isso todas as formas de vida devem ser respeitadas como expressão da Grande Divindade. Acreditando que a Terra é a própria manifestação da deusa, nós Bruxos amamos e cultuamos a natureza.
A cada dia mais e mais pessoas se voltam às práticas Wiccanianas, já que a Bruxaria é uma filosofia adequada às crises ecológicas, psíquicas e espirituais do homem moderno. Hoje centenas de milhares de pessoas vêm participando freqüentemente de Sabás, Esbats e rituais específicos da Bruxaria. Além disso, a procura por cursos e informações sobre a Wicca cresceu enormemente.

princípio feminino ou grande mãe wicca

princípio feminino ou grande mãe



Grande Mãe representa a Energia Universal Geradora, o Útero de Toda Criação. Na wicca, a deusa se mostra com três faces: a Virgem (lua crescente), a Mãe (lua cheia) e a Velha Sábia (lua minguante), sendo que esta última ficou mais relacionada a bruxa na imaginação popular. A deusa Tríplice mostra os mistérios mais profundos da energia feminina, o poder da menstruação na mulher, e é também a contraparte feminina presente em todos os homens, tão reprimida pela cultura patriarcal!

Princípio Masculino ou deus Cornífero

Da mesma forma que toda luz nasce da escuridão, o deus, símbolo solar da energia masculina, nasceu da deusa, sendo seu complemento, trazendo em si os atributos da coragem, pensamento lógico, fertilidade, saúde e alegria. Da mesma forma que o sol nasce e se põe todos os dias, o deus nos mostra os mistérios da morte e do renascimento. Na wicca, o deus nasce da Grande Mãe, cresce, se torna adulto, apaixona-se pela deusa Virgem, fazem amor; a deusa fica grávida, o deus morre no inverno (no fim dele) e renasce novamente, fechando o ciclo do renascimento, que coincide com os ciclos da natureza e mostra os ciclos da nossa própria vida.

Os wiccas praticam os seus rituais sozinhos (bruxos solitários) ou em pequenos grupos de pessoas chamado de coven. Um coven possui 13 membros (na maioria das tradições existentes admite-se 14 membros, sendo o décimo-quarto o mais novo do grupo, responsável por preparar os incensos, acender o fogo, colher ervas e outras pequenas tarefas). O coven é dirigido por uma Alta Sacerdotisa e/ou um Alto Sacerdote que gerenciam os trabalhos de adoração à deusa, os trabalhos mágicos e cerimônias como os sabás e esbás. Uma explicação para que o coven seja formado por treze pessoas, é que cada uma representaria um mês do ano, pois nas sociedades matriarcais o ano segue o calendário lunar de 13 meses de 28 dias, mais um dia, no total 365 dias. Daí vem a expressão "um ano e um dia", pois, quando é iniciada, a pessoa estuda durante esse período para depois confirmar seus votos. Isto em algumas Tradições.

O coven reúne-se basicamente para a celebração de um sabá ou para um esbá. Esbá é uma reunião mensal que se realiza treze vezes ao ano durante a lua cheia, que recebe o nome de esbá. Geralmente no esbá trocam-se idéias, realizam-se rituais especiais, agradecem-se a deusa e ao deus, realizam-se trabalhos de cura e proteção.

Os wiccas celebram oito sabás anuais, destacando as transições entre as estações. Os quatro grandes sabás são Candlemas, Beltane, Lammas e Samhain, e os menores são Equinócio da Primavera e Equinócio do Outono, e Solstício de Verão e Solstício de Inverno.
Vida após a morte

Os rituais wiccanos contém elementos das lendas de Istar (a virgem-mãe da Babilônia, conhecida, também, por Astarte e Cibele) e de Demeter (a Ceres romana); tais lendas são interpretadas como um símbolo contínuo de morte e ressurreição.
Porém, a crença na reencarnação varia entre os wiccanos, embora ela tivesse sido tradicionalmente ensinada na década de 1930 nos New Forest coven. O influente Alto Sacerdote Raymond Buckland escreveu que uma alma humana reencarna nas mesmas espécies durante muitas vidas para aprender lições e progredir espiritualmente,mas essa crença não é universal no mundo da Wicca, uma vez que outros acreditam que a reencarnação da alma acontece em espécies distintas. Contudo, um ditado popular entre os wiccanos é que "uma vez bruxo, sempre bruxo", indicando que os wiccanos são reencarnações de bruxas do passado.
Os wiccanos que crêem em reencarnação acreditam que as almas vivem entre o Outro Mundo e a Terra de Verão, conhecida nas escritas de Gardner como o "êxtase da Deusa".Da mesma forma, estes wiccanos acham ser possível se comunicar com espíritos que residem no Outro Mundo através da mediunidade ou do tabuleiro ouija, principalmente durante o Sabbat de Samhain, embora alguns discordem com esta prática, como o Alto Sacerdote Alex Sanders, que dizia "estão mortos; deixem-os em paz."No entanto, a crença do contato foi muito influenciada pelo Espiritualismo, que estava popular na época do surgimento da Wicca, e na qual Gardner e outros wiccanos como Buckland e Sanders tiveram experiências diretas.
Apesar de alguns wiccanos acreditarem na vida após a morte, este não é o principal foco da Wicca, nem mesmo para estes grupos. A Wicca tende a se concentrar na vida atual porque, como observou Ronald Hutton, "se alguém faz seu melhor na vida presente, em todos os aspectos, a vida seguinte vai ser mais ou menos benéfica dentro do processo, então pode-se assim concentrar-se no presente."

Demografia

Número de wiccanos por país de acordo com recentes estimativasNão é sabido oficialmente o número de wiccanos no mundo inteiro e constatou-se que é mais difícil estabelecer o número de membros de religiões neo-pagãs do que de qualquer outra religião devido à sua estrutura desorganizada. O site independente Adherents.com, no entanto, que se dedica a informar demografias religiosas pelo mundo, cita mais de trinta fontes com as estimativas do número de wiccanos (principalmente nos EUA e no Reino Unido). A partir daí, eles desenvolveram uma estimativa média de 800 mil membros.Comparando o número de adeptos estado-unidenses na década de 1990 até 2001, houve um aumento de cerca de 126.000 membros. De maneira curiosa, 1.434 pilotos da Força Aérea dos Estados Unidos se identificam como wiccanos, tornando a Wicca a maior religião não-cristã dentro dessa comunidade.
No Brasil, de acordo com o gráfico ao lado, há cerca de 10.000 - 50.000 wiccanos. No Reino Unido, por sua vez, os censos não permitem uma separação dentro do contexto pagão, fazendo com que os wiccanos sejam marcados ao lado de outras tradições neo-pagãs como a dos druidas e dos heathens através de um acordo em comum marcado em 2001. Pela primeira vez, os entrevistados foram capazes de escrever em uma afiliação não abrangidos pela lista comum das religiões, e um total de 42.262 pessoas da Inglaterra, Escócia e País de Gales se declararam pagãos por este método. Estes valores não foram imediatamente analisados pelo Instituto Nacional de Estatística, mas foram liberados após um pedido da Federação Pagã da Escócia.

Os Cinco Elementos

Pentagrama: os Quatro Elementos acrescidos do Eter.Em grande parte das tradições da Wicca, há a crença nos Quatro Elementos, mas ao contrário da filosofia na Grécia antiga, elas são vistas como simbólicas em vez de literal, ou seja, são representações das fases da matéria. Esses elementos são geralmente evocados durante os rituais mágicos da Wicca e nomeados ao se consagrar um círculo mágico. Os quatro elementos são: Ar, Fogo, Água e Terra, acrescido de um quinto, o Éter (ou Espírito), que une todos os outro quatro elementos. Para se explicar o conceito dos Cinco Elementos, foram criadas diversas analogias, como a da wiccana Ann-Marie Gallagher, que usava o exemplo de uma árvore, que é composta de terra (com o solo e matéria vegetal), água (seiva e umidade), fogo (através da fotossíntese) e ar (a criação de oxigênio e de dióxido de carbono), que se acredita serem unidos pelo Espírito.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

11-11-11

A chegada do dia 11 de novembro de 2011, nesta sexta-feira, vem movimentando a imaginação das pessoas e levantando discussões sobre um possível significado para a data. Alguns acreditam que o agrupamento numérico - 11/11/11 - sugere a abertura de um portal energético na Terra, que trará renovação para a humanidade. Há ainda quem tente relacionar o dia a grandes acontecimentos globais, como o ataque às Torres Gêmeas (11/09), o terremoto e o tsunami no Japão (11/03) e a catástrofe na região Serrana do RJ (11/01/2011).
Do ponto de vista da Numerologia, todo número formado pela repetição de algarismos é um Número Mestre, como o 11, 22, 33 e 99, por exemplo. Segundo Yubertson Miranda, autor responsável pelas análises numerológicas do Personare, a simbologia do 1 indica independência, originalidade e dinamismo. No caso do mestre 11, essas características são potencializadas.
"É importante entender que mudanças demandam tempo, dedicação, autoconhecimento e superação de medos e limitações. Acredito que nesta sexta-feira há uma chance considerável de começarmos a criar algo novo e que pode influenciar a vida de muita gente. Porque todo Número Mestre traz em seu simbolismo o humanitarismo, e o 11 revela a oportunidade de deixar sua marca através de uma ação inédita e surpreendente. O livre-arbítrio de cada pessoa ou grupo decide que fim dar ao potencial do 11. Um exemplo negativo foi o atentado às Torres Gêmeas no dia 11/09/01, em New York, por exemplo", avalia o numerólogo.
O especialista ainda informa que a soma da data (11+11+2+0+1+1) gera o Número 8, que simboliza poder de realização. "Então, este também será um dia em que cada um de nós terá a chance de viver as atividades de uma forma dinâmica e criativa. Ainda poderemos concretizar as ideias e projetos que fervilharão em nossa mente", afirma Yubertson.

domingo, 6 de novembro de 2011

Ocultismo

Vocáblo deriva do latim occultus, e significa “oculto”, “escondido”, “ignorado”. O ocultismo é uma ciência que se distingue das demais ciências uma vez que se refere aos fenómenos os quais não podem ser explicados através das leis naturais. É considerada como uma ciência de fatos misteriosos e relacionada a poderes sobrenaturais, invisíveis, cujo acesso é privilégio de alguns iniciados. Provavelmente sua prática teve origem nos primórdios da civilização, com a magia desempenhando um papel central nos povos de então. No início eram os feiticeiros com suas máscaras de animais; no Egipto havia os Magos com suas orações para favorecer a colheita; em seguida, na Grécia, os adivinhos que exerciam uma posição de destaque, servindo de intermediários da vontade dos deuses; em Roma, os sacerdotes que praticavam a hepatoscopia, a predição do futuro através da observação do movimento das entranhas de um animal recém sacrificado.
O ocultismo se refere a um conjunto de conhecimentos teóricos e práticos referentes às denominadas Ciências Ocultas, que tomaram impulso como ciência mais elaborada e organizada a partir do desenvolvimento da alquimia . É por isso que a palavra muitas vezes é empregada como sinónimo para “hermético”, termo que se originou das práticas alquímicas. O senso comum costuma atribuir ao termo o significado de magia e muitas vezes o termo é substituído por esoterismo .
O cristianismo embora acreditando na veracidade dos fenómenos derivados das ciências ocultas, condena o ocultismo e suas práticas até os dias de hoje, afirmando que são derivados da acção do espírito maligno, o diabo .
O Ocultismo representa todas as teorias filosóficas que pregam a importância da intuição indutiva para obtenção de conhecimento.

Altar de Wicca

Altar de wicca

                                                       Altar de Wicca

Tradicionalmente, no Gardnerianismo, cada elemento é associado a um ponto cardeal da bússola, sendo o ar oriental, o fogo sul, a água oeste, a terra o norte e o Espírito o centro. No entanto, alguns wiccanos, como Frederic Lamond, alegaram que os pontos cardeais foram definidos apenas visando a geografia do sul da Inglaterra, onde a Wicca emergiu, e que os wiccanos devem determinar os pontos de acordo com sua região; por exemplo, aqueles que vivirem na costa leste da América do Norte deve chamar água o leste e não o ocidente, porque o corpo colossal de água, no Oceano Atlântico, é a seu leste. Outros grupos da Craft têm associado os elementos com diferentes pontos cardeais; Clan Robert Cochrane da Tubal Cain, por exemplo, associava o sul à terra, o fogo ao leste, o oeste com a água e o ar com o norte onde cada um dos quais eram controlados por um deus diferente, que eram vistos como filhos do Deus Cornífero e da Deusa. Cada elemento também possui uma ferramenta exclusiva nos rituais, sendo a varinha para o ar, o athame para o fogo, o cálice para a água, o pentáculo para a terra e o próprio círculo mágico (ou o caldeirão) para o espírito. Cada um dos Cinco Elementos são representados por cada ponta do pentagrama, o símbolo mais utilizado da Wicca, com o Éter (ou o Espírito) no ponto mais alto.


A Roda do Ano

Representada pelos oito sabás, tem por objetivo sincronizar a nossa energia com as estações do ano, ou seja, com os ciclos do planeta Terra e do Universo. Para algumas tradições da wicca, o ano se inicia no solstício de inverno. Outras consideram a noite de 31 de outubro como o início do ano. Esta data é conhecida como Halloween ou Dia das Bruxas, mas seu nome tradicional é Samhain, que significa "sem sol", referindo-se ao tempo de inverno. Esta época também é correspondente ao ano-novo judaico

No solstício de inverno ocorre o nascimento/renasci-mento do deus; nos sabás da primavera, do verão e do outono, ele tem o Seu crescimento, puberdade e maturidade; e Sua morte no sabá de Samhain. Após a morte ele retorna ao ventre da deusa Mãe até o solstício do inverno seguinte, quando renasce. Este é o ciclo mítico do nascimento-morte-renascimento que se repete em todos nós todos os anos. E a deusa, em Seus aspectos, é adorada durante todo o ano. Outras tradições preferem adorar a deusa durante os sabás da primavera e verão, e o deus durante os sabás do outono e do inverno.

Sabás wiccas

Yule - Solstício de Inverno (21 de Dezembro)

É a noite mais longa do ano, marcando a época em que os dias começam a crescer, e as horas de escuridão a diminuir. Nesta época, a deusa dá à Luz a deus, que é reverenciado como criança prometida. Em Yule, é tempo de reencontrarmos nossas esperanças, pedindo para que os deuses rejuvenesçam nossos corações e nos dêem forças para nos libertarmos das coisas antigas e desgastadas. É hora de descobrirmos a criança dentro de nós e renascermos com sua pureza e alegria. Esta é a noite mais longa do ano, onde a deusa é reverenciada como a Mãe da Criança Prometida ou do deus Sol, que nasceu para trazer Luz ao mundo. 

Candlemas (Imbolc, Oimelc) - Festa do Fogo ou Noite de Brigit (2 de fevereiro)

Festival do fogo que celebra a chegada da primavera. O aspecto invocado da deusa nesse sabá é o de Brigit, Senhora da Poesia, da Inspiração, da Cura, da Escrita, da Metalurgia, das Artes Marciais e do Fogo. Nesta noite, as bruxas colocam velas cor de laranja ao redor do círculo, e uma vela acesa dentro do caldeirão. Se o ritual é feito ao ar livre, pode-se fazer tochas e girar ao redor do círculo com elas. A bruxa mais jovem da assembléia pode representar Brigit, entrando por último no círculo para acender, com sua tocha, a vela do caldeirão, ou a fogueira, se o ritual for ao ar livre, o que representaria a inspiração sendo trazida para o círculo pela deusa.

Os membros do coven devem fazer poesias, ou cantar em homenagem a Brigit. Pedidos, agradecimentos ou poesias devem ser queimados na fogueira ou no caldeirão em oferenda, no fim do ritual. O deus está crescendo e se tornando mais forte para trazer a Luz de volta ao mundo. É hora de pedirmos proteção para todos os jovens, em especial da nossa família do coven. É neste sabá que a Alta Sacerdotisa do coven usa uma brilhante coroa de 13 velas no topo de sua cabeça. A versão cristianizada da procissão de Candlemas honra a Virgem Maria, e, no México, ela corresponde ao ano-novo asteca.

Equinócio de Primavera - Ostara (21 de março)

Ostara é o festival em homenagem à deusa Oster, Senhora da Fertilidade, cujo símbolo é o coelho. Foi desse antigo festival que teve origem a Páscoa. Os membros do coven usam grinaldas, e o altar deve ser enfeitado com flores da época. É um costume muito antigo colocar ovos pintados no altar. Eles simbolizam a fecundidade e a renovação. Os ovos podem ser pintados crus e depois enterrados, ou cozidos e comidos enquanto mentalizamos nossos desejos. Antes de comê-los, os membros do coven devem girar de mãos dadas em volta do altar para energizar os pedidos. Os ovos devem ser decorados com símbolos mágicos, ou de acordo com a criatividade. Os pedidos devem ser voltados à fertilidade em todas as áreas.

Beltane (Rudemasd, Walpurgisnacht) - A Fogueira de Belenos, Festa da Primavera (1º de maio)

Beltane é o mais alegre e festivo de todos os sabás. O deus, que agora é um jovem no auge da sua fertilidade, se apaixona pela deusa, que em Beltane se apresenta como a Virgem e é chamada Rainha de Maio. Em Beltane se comemora esse amor que deu origem a todas as coisas do Universo. Beleno é a face radiante do Sol, que voltou ao mundo na primavera. Em Beltane se acendem duas fogueiras, pois é costume passar entre elas para se livrar de todas as doenças e energias negativas. Daí veio o costume de "pular a fogueira" nas festas juninas. Se não houver espaço, duas tochas ou mesmo duas velas podem ter a mesma função. Uma das mais belas tradições de Beltane é o meypole, ou mastro de fitas. Trata-se de um mastro enfeitado com fitas coloridas. Durante um ritual, cada membro escolhe uma fita de sua cor preferida ou ligada a um desejo. Todos devem girar trançando as fitas, como se estivessem tecendo seu próprio destino, colocando-nos sob a proteção dos deuses. É costume em wicca jamais se casar em maio, pois esse mês é dedicado ao casamento do deus e da deusa.

Litha - Solstício de Verão (21 de junho)

Nesse dia o sol atingiu a sua plenitude. É o dia mais longo do ano. O deus chega ao ponto máximo de seu poder. Este é o único sabá em que, às vezes, se fazem feitiços, pois o seu poder mágico é muito grande. É hora de pedirmos coragem, energia e saúde. Mas não devemos nos esquecer que, embora o deus esteja em sua plenitude, é nessa hora que ele começa a declinar. Logo Ele dará o último beijo em sua amada, a deusa, e partirá no Barco da Morte, em busca da Terra do Verão. Da mesma forma, devemos ser humildes para não ficarmos cegos com o brilho do sucesso e do poder. Tudo no Universo é cíclico, devemos não só nos ligarmos à plenitude, mas também aceitar o declínio e a morte. Nesse dia costuma-se fazer um círculo de pedras ou de velas vermelhas. Queimam-se flores vermelhas ou ervas solares (como a camomila) juntamente com os pedidos no caldeirão.

Lamas - Lughnasad ou Festa da Colheita (1º de Agosto)

Lughnasad era tipicamente uma festa agrícola, onde se agradecia pela primeira colheita do ano. Lugh é o Deus Sol. Na mitologia celta, ele é o maior dos guerreiros, que derrotou os Gigantes que exigiam sacrifícios humanos do povo. A Tradição pede que sejam feitos bonecos com espigas de milho ou ramos de trigo representando os deuses, que nesse festival são chamados Senhor e Senhora do Milho. Nessa data deve-se agradecer tudo o que colhemos durante o ano, sejam coisas boas ou más, pois até mesmo os problemas são veículos para a nossa evolução.

O outro nome do sabá é Lammas, que significa A Massa de Lugh. Isso se deve ao costume de se colher os primeiros grãos e fazer um pão que era dividido entre todos. Os membros do coven devem fazer um pão comunitário, que deverá ser consagrado junto com o vinho e repartido dentro do círculo. O primeiro gole de vinho e o primeiro pedaço de pão devem ser jogados dentro do caldeirão, para serem queimados juntamente com papéis, onde serão escritos os agradecimentos, e grãos de cereais. O boneco representando o Deus do Milho também é queimado, para nos lembrar de que devemos nos livrar de tudo o que é antigo e desgastado, para que possamos colher uma nova vida. O altar é enfeitado com sementes, ramos de trigo, espigas de milho e frutas da época.

Mabon - Equinócio de Outono (21 de setembro)

No panteão celta, Mabon, também conhecido como Angus, era o deus do Amor. Nessa noite devemos pedir harmonia no amor e proteção para as pessoas que amamos. Esta é a segunda colheita do ano. O altar deve ser enfeitado com as sementes que renascerão na primavera. O chão deve ser forrado com folhas secas. O deus está agonizando e logo morrerá. Este é o festival em que devemos pedir pelos que estão doentes e pelas pessoas mais velhas que precisam de nossa ajuda e conforto. Também é neste festival que homenageamos as nossas antepassadas femininas, queimando papéis com seus nomes no caldeirão e lhes dirigindo palavras de gratidão e bênçãos.

Samhain - Halloween ou Dia das Bruxas (31 de outubro)

Este é o mais importante de todos os festivais, pois, dentro do círculo, marca tanto o fim quanto o início de um novo ano. Nessa noite, o véu entre o nosso mundo e o mundo dos mortos se torna mais tênue, sendo o tempo ideal para nos comunicarmos com os que já partiram. As bruxas não fazem rituais para receber mensagens dos mortos e muito menos para incorporar espíritos. O sentido do Halloween é nos sintonizarmos com os que já partiram para lhes enviar mensagens de amor e harmonia. A noite do Samhain (pronuncia-se souen) é uma noite de alegria e festa, pois marca o início de um novo período em nossas vidas, sendo comemorado com muito ponche, bolos e doces.

A cor do sabá é o negro, sendo o altar adornado com maçã, o símbolo da vida eterna. O vinho é substituído pela sidra ou pelo suco de maçã. deve-se fazer muita brincadeiras com dança e música. Os nomes das pessoas que já se foram são queimados no caldeirão, mas nunca com uma conotação de tristeza!

No altar e nos quadrantes não devem faltar as tradicionais máscaras de abóbora com velas dentro. Antigamente, as pessoas colocavam essas abóboras na janela para espantar os maus espíritos e os duendes que vagavam pelas noites do Samhain. Essa palavra significa "sem luz", pois, nessa noite, o deus morreu e o mundo mergulha na escuridão. A deusa vai ao Mundo das Sombras em busca do seu amado, que está esperando para nascer. Eles se amam, e, desse amor, a semente da luz espera no Útero da Mãe para renascer no próximo Solstício de Inverno como a Criança da Promessa.

Os Candlemas, Beltane, Lammas e Samhain são grandes sabás, enquanto os solstícios e equinócios são pequenos sabás. As datas fornecidas acima são do hemisfério norte. Muitas pessoas preferem adaptá-las ao nosso hemisfério, mudando a ordem dos sabás. Outras já acham que se deve manter a Tradição e seguir as datas da Europa. Isto depende do gosto de cada um, mas, no Brasil, não existem quatro estações, sendo que muitas regiões têm um verão permanente ou uma estação chuvosa, o que torna bem difícil adaptar os sabás aos aspectos da natureza.

Bibliografia

João Ribeiro Júnior, O Que é Magia, p.37, Abril Cultural/Brasiliense.
A Bíblia Wiccana, de Anne-Marie Gallagher, Godsfield, page 34-39
Buckland, Raymond. Buckland's Complete Book of Witchcraft, Llewellyn , p.17, 18, 52.
Valiente, Doreen. An ABC of Witchcraft Past and Present, 1973, Hale, introdução.
Hutton, Ronald. Triumph of the Moon: A History of Modern Pagan Withcraft.  Oxford University Press, 1999. Página 392
Farrar, Stewart. What Witches Do. pp. 88.
Hutton, Ronald. Triumph of the Moon.   pp.392.
Hutton, Ronald. Triumph of the Moon: A History of Modern Pagan Withcraft.  Oxford University Press, 1999. Página 392
Gallagher, Ann-Marie. The Wicca Bible: the Definitive Guide to Magic and the Craft.  New York: Sterling Publishing, 2005.
Zell-Ravenheart, Oberon. Creating Circles & Ceremonies.  Franklin Lakes: New Page Books, 2006.
Lamond, Frederic R. Fifty Years of Wicca.  United Kingdom: Green Magic, 2004. pp.88–89.
Valiente, Doreen (1989). The Rebirth of Witchcraft. London: Hale. Página 124.
Valiente, Doreen. An ABC of Witchcraft Past and Present.  Custer: Phoenix Publishing, 1988. pp.264.
Wicca – Ritos e Mistérios da Bruxaria Moderna, AUTOR: PRIETO, Claudiney

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Fantasma de Michael Jackson

As imagens foram captadas pela equipa da televisão da CNN quando, em directo, transmitiam uma visita guiada à casa em Neverland do falecido cantor pop Michael Jackson.

Na altura ninguem se apercebeu daquele vulto que passa da esquerda para a direita ao fundo do corredor, só mais tarde, quando o vídeo completo foi colocado na Internet é que os fans repararam

Milhões de fans e admiradores do paranormal comentaram o assunto e o vídeo passou nas televisões de todo o mundo.

A CNN, que fez a cobertura do evento, veio depois desmitificar tudo.
Segundo a CNN, o que se vê no vídeo é a sombra de um dos funcionários de uma outra equipa de televisão que estava naquela divisão. A sombra é causada pela passagem do colega ao passar em frente a um dos holofotes colocados naquela sala.

O Queen Mary

O Queen Mary foi construído em 1936 sendo considerado um navio de cruzeiro revolucionário para a Linha Cunard. Durante a Segunda Guerra Mundial ele serviu no Exército Britânico antes de voltar a funcionar como um navio de cruzeiro, para se aposentar em Long Beach em 1967. Com uma história tão rara, o navio estava destinado a deixar a sua marca.

O Queen Mary é conhecido por suas visões de fantasmas e atividade paranormal inexplicável. A porta 13 da sala de motor tem o fantasma de um homem que morreu esmagado durante a perfuração de uma porta sólida. Muitos visitantes e tripulantes afirmaram ter visto um homem jovem de macacão azul andando perto da porta. O epicentro de assombrações é a piscina. Os fantasmas de mulheres de maiô da moda antiga foram vistos várias vezes. Trilhas de pegadas molhadas também foram vistas, apesar da piscina estar vazia.

Todo local assombrado parece ter uma mulher branca, e o Queen Mary não é exceção. Ela pode ser vista no salão do Navio dançando sozinha nas sombras. Se você gosta de música com assombração, você não ficará desapontado. O Queen Mary também tem um fantasma pianista em seu grande piano, que choca os visitantes do navio com suas notas assustadoras.